Quatro dias pra separar os negócios e unificar a gestão.
A gente virou um só bloco gigante: várias empresas rodando como uma coisa só. O Summit é o momento de dar um passo atrás, colocar cada negócio de pé sozinho e, por cima, um lugar único onde a liderança enxerga tudo. Sem enrolação e com linguagem de gente — todo mundo na mesma página.
O que é · por quê
Do jeito simples: por que a gente está aqui.
Sem termo difícil. Se aparecer alguma palavra estranha, ela vem sublinhada com pontinhos e explicada do lado.
Os 4 objetivos
O que a gente precisa sair fechado daqui.
Quatro metas. Cada uma com um resultado que dá pra ver e tocar no fim do Summit.
Subir o cérebro
Mostrar pra todo mundo o cérebro da Øliver's e ensinar cada líder a usar — ler, escrever e achar o que precisa, sozinho.
Sai com cada líder com acesso e o primeiro registro criado com as próprias mãos.
Unificar a gestão
Sair do “cada um decide no seu canto” pra “todo mundo decide olhando pro mesmo lugar”. A gente combina os encontros fixos e quem cuida de quê.
Sai com a agenda de reuniões do grupo travada e os modelos prontos (ata, decisão, projeto).
Fechar o plano de ação
Juntar tudo que está em aberto em cada área, escolher o que é prioridade de verdade e dar dono, prazo e meta pra cada coisa. Um plano de 90 dias que todos assinam.
Sai com o plano dos próximos 3 meses fechado, com responsável e data em cada item.
Desenhar a estrutura pra frente
Combinar como o grupo vai se organizar nos próximos 1 a 2 anos: quais áreas existem, quem decide o quê e como elas conversam entre si.
Sai com o desenho da estrutura combinado e um compromisso coletivo assinado por todos.
A agenda dos 4 dias
Como vão ser os dias.
Segunda é chegada. As dinâmicas acontecem terça e quarta (dia cheio) e quinta até por volta das 10h, pra galera conseguir viajar de volta. Os horários abaixo são um mapa — a gente ajusta ao vivo conforme o ritmo da turma.
Dia de chegar, descansar da viagem e se ambientar. No fim do dia, todo mundo junto pra abrir o Summit e entender como vai funcionar a partir de amanhã.
De manhã a gente sobe o cérebro e alinha o porquê da virada. De tarde, mergulha em cada negócio pra dar a ele dono, meta e fronteira própria.
De manhã, como o grupo passa a se gerir junto (as rotinas e as ferramentas). De tarde, o entregável principal: o plano de ação dos próximos 90 dias.
Manhã curta e forte: fechar o desenho da estrutura pra frente, revisar tudo que combinamos e selar o compromisso coletivo — antes de todo mundo viajar.
Como vamos trabalhar
Cada coisa no seu lugar — e um lugar só pra ver tudo.
Hoje quase tudo vive no WhatsApp e se perde no meio das conversas. A partir do Summit, cada tipo de informação passa a ter um canal oficial. A regra de ouro: se não está no canal oficial, não existe — não vira demanda, não vira cobrança.
As 2 regras da casa
Duas regras simples que valem no Summit e depois.
Não são burocracia. São dois combinados que fazem o grupo trabalhar junto sem retrabalho e sem confusão.
Respeitar o contexto
Antes de mudar qualquer coisa, entenda o que já existe e por quê. Coisa nova nem sempre é melhor.
- Ler antes de escrever
- Colocar cada coisa no lugar certo
- Se não entendeu, perguntar em vez de assumir
- Uma pergunta custa menos que um retrabalho
Quebrar em pedaços
Nada de tarefa gigante e vaga. Todo trabalho grande vira pedaços pequenos, cada um com dono e prazo.
- Um alvo claro em uma frase
- Pedaços de no máximo meio dia
- Dono, prazo e “como saber que ficou pronto”
- No fim, 15 min de retrospectiva salvam horas depois
Seu dever de casa
O que trazer na bagagem.
Pra gente aproveitar cada minuto lá, chegue com isto pronto do seu setor. Não precisa ser bonito — precisa ser honesto. É com isso que a gente monta o plano de ação junto.
Como seu setor está hoje
Um retrato honesto: quais ferramentas usa, onde vive a informação (WhatsApp? Notion? planilha?), e o que funciona e o que trava.
Seus 10 principais projetos
Liste os 10 projetos mais importantes do seu setor hoje — os que estão andando e os que estão parados. Sem filtro, é a matéria-prima do plano.
Suas 10 principais dores
Os 10 maiores problemas e travas do seu setor hoje. É o que a gente mais precisa ouvir — dor mapeada já é meio caminho pra solução.
O SWOT do setor
Os pontos fortes, fracos, as oportunidades e os riscos do seu setor. Ajuda todo mundo a enxergar o quadro completo.
Uma nota de 0 a 10
Quanto você acha que seu setor já é organizado e comunica bem hoje? Uma auto-avaliação honesta. Não tem resposta errada — é o ponto de partida.
Depois do Summit
O Summit é o começo, não o fim.
O plano que sai daqui roda pelos 90 dias seguintes, com acompanhamento de verdade pra nada virar “ata que ninguém abre”. A meta é um salto de gestão em 3 meses.
O que combinamos vira registro: ata dos 4 dias, o plano de 90 dias e o desenho da estrutura, todos no cérebro. As reuniões fixas entram na agenda.
Cada dono toca o seu com prazo. Reuniões de acompanhamento a cada semana/quinzena. Nas semanas 4 e 8, a gente para pra ver o que fechou e o que precisa de ajuste.
Fechamento das prioridades e uma retrospectiva escrita: o que bateu, o que faltou, o que aprendemos. E a preparação do próximo ciclo.
Quem está na sala
A liderança reunida.
O time do Grupo Øliver's reunido no Summit — e quem não pôde vir mas faz parte da virada.
Organograma · estrutura viva
Como o grupo se organiza.
O Grupo Øliver's é uma holding: unidades de negócio de pé sozinhas (cada uma com o próprio resultado — o que entra, o que sai, o que sobra) + funções que servem todas. Desenho vivo, montado no Summit — vai evoluindo com o grupo.
Day One · o que já está no ar
O que a gente produziu hoje.
Como chegar
Onde, quando e como chegar.
O combinado sem deixar dúvida — o famoso 5W2H. Os campos marcados a confirmar a liderança preenche e manda no grupo oficial.
Dicionário
As palavras difíceis, em português de gente.
Se durante o Summit alguém falar uma dessas, você olha aqui. Ninguém fica pra trás.